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Segunda-feira , 12 de Setembro


Biografia de Mr. Crowley

Na última hora do dia 12 de outubro de 1875, em Leamington Spa, Warwickshire, Inglaterra, nascia Edward Alexander Crowley.

Sua infância esteve marcada por rígidos padrões de comportamento impostos por seus pais, Edward Crowley e Emily Bishop, ativos membros de uma extremada seita Cristã chamada Irmandade de Plymonth (fundada por John N. Darby). Seu pai, um rico cervejeiro aposentado, e fanático Irmão de Plymonth, fez com que Crowley, ainda criança,

freqüentasse a sua seita, forçando-o a diversas leituras da Bíblia Cristã e acostumando-o à vida religiosa da Irmandade.

Este fato, muito embora viesse ser de grande valia bem mais tarde, quando da compreensão dos Mistérios com os quais esteve em contato, naquele momento apenas fez nascer na criança que se formava, uma intensa repulsa quanto a dogmas, em espécie aqueles de natureza "cristã".

Em 1886, com o falecimento de seu pai, Crowley fica sob os cuidados de seu tio e tutor Tom Bishop. Tamanha era a crueldade de seu tio, que Crowley se refere a este período de sua vida como "A Infância no Inferno".

Em sua adolescência, a busca por aventuras o conduziu ao alpinismo. Praticou com afinco esse esporte, chegando a destacar-se no mesmo. Sua carreira de alpinista chegou ao ápice nos anos de 1902 e 1905, quando participou das primeiras tentativas de escalar o Chogo Ri (K2) e o Kanchenchunga, duas das maiores montanhas do mundo, situadas no Himalaia.

Estudou, destacando-se em todas as disciplinas, em Trinity College, Cambridge, onde ficou no período de 1895 a 1898. Nesta época, Crowley, leitor voraz, estudou intensamente, tomando contato com o que de importante havia na literatura inglesa, francesa, além de diversas outras obras em Latim e Grego clássicos, inclusive filosofia e alquimia; se dedicou a canoagem, ciclismo, montanhismo e xadrez, atividade esta em que ganhou notoriedade e que exerceu por toda sua vida. Praticando o montanhismo, Crowley viria a conhecer um homem o qual passou a admirar profundamente: Oscar Eckenstein. Eckenstein, que, segundo Crowley, era um singular exemplo de dignidade e nobreza, ensinou-lhe, naquele momento, o alpinismo. Alguns anos depois, Eckenstein demonstraria que seu conhecimento não se limitava apenas à conquista de elevadas montanhas.

VEJA MAIS EM:
http://www.artemagicka.com/therion/biografia.htm

DICA DE LIVRO (A Arte da Guerra): http://www.culturabrasil.org/artedaguerra.htm


Escrito por Ian Coelho às 03h55 PM
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Domingo , 11 de Setembro


Comentários sobre Hellraiser VII: Deader

 

Sinopse: Um culto underground em Bucareste que consiste em fazer reviver os mortos chama a atenção de um jornal. Uma intrépida jornalista, com veia suicida, parte em busca da reportagem da sua vida. Pelo caminho apanha umas facadas, vê zombies à bruta e ainda consegue resolver um trauma de infância pelo meio, o que não é nada fácil quando se têm umas dezenas de correntes com ganchos rasgando-nos a pele...

Crítica: Hellraiser é um assunto, que por si só já merecia um capítulo na memória de cada ser humano, devido ao peso que tem no cinema de terror dos anos 80.
Infelizmente os seus criadores não resistiram

à oferta de dolares no cu, e em vez de se ter transformado numa trilogia de culto (como os Evil Dead), transformou-se num franchising de enjôo. Outra coisa a realçar é que Hellraiser é Pinhead e ponto final. Os 2 primeiros eram interessantes e viam-se bem. Basicamente aquilo consistia em dar um novo sentido à expressão "prazeres da carne", em que a carne eram pedaços de corpo humano que tinham alguma dificuldade em se manter dentro do envólucro onde deviam passar a vida toda. Era gore à lá fartone e o pessoal nem queria saber do resto. Depois veio um terceiro manhoso e o quarto volume era no espaço. Esse do espaço era tão horrível que nem o realizador quis dar o nome, ficando a ser mais um filme de Alan Smithee. (para quem não sabe, é o pseudónimo do realizador quando não quer ser associado a determinado projeto).

Depois vieram mais 4 direitinhos para video. Qual a condição? Tem que aparecer o Pinhead e a famosa caixa. Não interessa o resto. Basta haver carnificina e os elementos anteriores e temos um Hellraiser. Isto provocou uma situação chata: o Pinhead só aparece para dar o cunho de autenticidade ao filme. O gajo até pode aparecer e dizer "Não comas tucano! É uma carne protéica, mas o sabor é lamacento."... Não interessa... Tem é que aparecer. Isto transformou um icon do cinema de terror num ridículo sado-masoquista de dentes amarelos e a cabeça cravada de pregos.

Em relação a este, nem vos digo... Digo, digo, senão não tinha piada! Bem, este é um daqueles tipicos filmes de terror em que a personagem principal alterna entre o sonho e a realidade, os dois se confundem, não se sabe qual é qual ou se sequer existem, blá, blá, blá... Depois há também aqueles sustos à base de som estridente para provocar aquele típico acelerar de pulsação, o gajo morto que afinal está vivo porque se agarra à perna do personagem, essas merdas.

E depois temos aqueles cenobitas que fazem de dama de companhia a Pinhead. São as damas de honra do Hellraiser. Anda ali vestidos de cabedal justo. Ainda me lembro quando metiam medo.

Miserável franchising.

Escrito por cmian às 04h29 PM
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Seis coisas que você não sabia sobre livros...

1. O primeiro livro de que se tem notícia é “Diamond Sutra”, uma coletânea de textos budistas que os chineses teriam produzido em 868 d.C. A técnica ainda era rudimentar: consistia em entalhar letras em bloquinhos de madeira e depois decalcá-las sobre o papel.

 

2. A Bíblia de Gutenberg, no entanto, é considerada o primeiro livro impresso da história. Finalizada por volta de 1455 pelo alemão Johannes Gutenberg, o inventor da prensa

tipográfica, era uma cópia em latim de um exemplar de 380 d.C.

 

3. A invenção de Gutenberg foi inspirada nos anéis com brasão familiar que os nobres usavam para selar documentos. O alemão concluiu que o mesmo princípio serviria para imprimir letras.

 

4. Na Idade Média, os livros eram manuscritos em pergaminhos e papiros pelos monges copistas, que passavam dias a fio nos conventos fazendo esse trabalho -é por isso que o assunto das obras era quase sempre religioso. Esses monges eram ótimos desenhistas, mas a maioria não sabia ler.

 

5. Da Idade Média à era moderna, o gosto literário mudou da água para o vinho. Tanto que o autor mais traduzido do mundo é o americano Sidney Sheldon, cujos romances foram vendidos em 51 línguas e distribuídos em 180 países.

 

6. Nos EUA, o ponto de vista dos animais de estimação da família Bush desperta mais interesse do que a vida de seus donos. A biografia de Millie, a cadela de George Bush pai, faturou US$ 900 mil, enquanto a biografia do próprio ex-presidente rendeu humildes US$ 2.700.

Escrito por cmian às 04h00 PM
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